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Bodas de Ouro Sacerdotais do Pe. Libório em Paçô

No dia 31 de julho de 1969, foram ordenados sacerdotes Inocêncio António Dias Fernandes, José Fernandes Bouça Pires, Alfredo da Silva Libório e Manuel Pedro, este último já falecido. Cada um dos sacerdotes foi celebrando as Bodas de Ouro Sacerdotais nas paróquias onde estiveram ou estão como párocos e, também, nas respetivas paróquias de onde são naturais. Não podendo ser em agosto de 2019, as Bodas de Ouro Sacerdotais do Pe. Libório, na sua terra natal, foram celebradas no dia 8 de março de 2020, dia em que a sua mãe, Maria da Glória Silva, completaria 100 anos de idade. Oportunidade para agradecer o dom da vida sacerdotal, mas também para rezar pelos familiares já falecidos, pais e irmãos.

A celebração da Eucaristia foi presidida por D. Jacinto Botelho, Bispo Emérito da nossa diocese, contou com a presença dos sacerdotes ordenados na mesma data, Pe. Bouça Pires e Pe. Inocêncio Fernandes, com padres seus “paroquianos” de Fontelo, Pe. José Guedes, Pe. Luís Savedra e Pe. Marcos Alvim, com o Vigário Geral, Pe. Joaquim Rebelo, com o Arcipreste de Moimenta da Beira, Sernancelhe e Tabuaço, Pe. Manuel Gonçalves, com o Pe. Pontes, Pároco de Armamar e com o pároco de Paçô, Pe. Vítor Carvalho, que liderou os esforços para esta celebração. As autoridades autárquicas marcaram presença, nomeadamente da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, a começar pelo seu Presidente.

Durante a homilia, D. Jacinto sublinhou, por um lado, a missão do sacerdote, de estar configurado a Jesus, perto de Jesus, como Pedro, Tiago e João, levados por Jesus ao alto monte. Eles não seguiram Jesus, foi Jesus que os levou e Se manifestou diante deles, envolvendo-os na luz divina, para que, mais tarde, possam eles anunciar a divindade de Jesus, a Sua morte e ressurreição. Essa é a missão de cada sacerdote, estar perto de Jesus, deixar-se configurar por Ele, para depois o poder anunciar. D. Jacinto resumiu, para a toda comunidade presente, paroquianos de Paçô mas também de Sanfins e das outras comunidades que estão confiadas ao Pe. Libório, resumiu a vida do Pe. Libório, as paróquias por onde passou até as atuais que lhe estão confiadas, com as dificuldades que foi encontrando no caminho, mas com a mesma determinação em seguir e anunciar Jesus Cristo. Por outro lado, D. Jacinto, referindo-se aos 100 anos que completaria a mãe do Pe. Libório, Maria da Glória, salientou que a vocação dos filhos começa no coração das Mães. Elas são as primeiras a serem chamadas, tal como Nossa Senhora que é chamada para ser a Mãe de Jesus… é às Mães que Deus confia os Seus filhos.

No momento de Ação de Graças, houve lugar algumas lembranças, entre as quais um belíssimo quadro com dois rostos sacerdotais, do Pe. Libório e da sua mãe, Maria a Glória. O pe. Libório agradeceu a presença de todos os sacerdotes, do Sr. Bispo, das autoridades presentes, dos conterrâneos e/ou paroquianos, fazendo uma pequena resenha da sua vida sacerdotal e como sempre teve como propósito a união de todos.

A celebração terminou com um pequeno lanche para toda a comunidade. Que a bênção recebida possa multiplicar-se pela partilha. Formulámos também votos de melhoras ao Pe. Libório que nas vésperas tinha caído e fraturado a coluna e ao Pe. Inocêncio que prossegue com esperança o resultado dos tratamentos a que foi submetido. Deo Gratias.

in Voz de Lamego, ano 90/15, n.º 4550, 10 de março de 2020

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